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Manganês substitui metais nobres e torna conversão da luz solar mais sustentável

Pela primeira vez o manganês apresentou propriedades luminescentes e fotocatalisadoras tipicamente associadas aos metais nobres.


Imagem: Divulgação ( Jakob Bilger )



Manganês substitui metais nobres

Um marco na busca para produzir materiais mais sustentáveis para converter a luz solar em outras formas de energia acaba de ser alcançado por Patrick Herr e seus colegas da Universidade da Basileia, na Suíça.



Herr substituiu os raros e caros metais do grupo da platina pelo comum e barato manganês, hoje usado em grandes quantidades na indústria do aço.


Imagem: Divulgação


A equipe desenvolveu uma nova classe de compostos com propriedades luminescentes e catalisadoras que até agora só eram encontradas em compostos contendo metais nobres.


As telas dos celulares e os catalisadores para fotossíntese artificial - para produzir combustíveis a partir da luz solar -, por exemplo, usam metais muito raros, como o índio.




Já o irídio, usado nos OLEDs (diodos emissores de luz orgânicos), é mais raro do que o ouro ou a platina. O rutênio, usado em células solares, não fica atrás, sendo um dos elementos estáveis mais raros.


Imagem: Divulgação


E, além de serem muito caros, em virtude de sua escassez, esses metais acabam se tornando tóxicos em muitos compostos.


Agora, Herr conseguiu pela primeira vez produzir complexos luminescentes de manganês nos quais a exposição à luz causa as mesmas reações que ocorrem nos compostos de rutênio ou irídio.




A vantagem de usar o manganês é que esse elemento é 900.000 vezes mais abundante na crosta terrestre do que o irídio, além de ser significativamente menos tóxico e com um preço ordens de magnitude menor.


Imagem: Divulgação


Um marco na busca para produzir materiais mais sustentáveis para converter a luz solar em outras formas de energia acaba de ser alcançado por Patrick Herr e seus colegas da Universidade da Basileia, na Suíça.


Herr substituiu os raros e caros metais do grupo da platina pelo comum e barato manganês, hoje usado em grandes quantidades na indústria do aço.


A equipe desenvolveu uma nova classe de compostos com propriedades luminescentes e catalisadoras que até agora só eram encontradas em compostos contendo metais nobres.


Imagem: Divulgação


As telas dos celulares e os catalisadores para fotossíntese artificial - para produzir combustíveis a partir da luz solar -, por exemplo, usam metais muito raros, como o índio.


Já o irídio, usado nos OLEDs (diodos emissores de luz orgânicos), é mais raro do que o ouro ou a platina.


O rutênio, usado em células solares, não fica atrás, sendo um dos elementos estáveis mais raros.


Imagem: Divulgação


E, além de serem muito caros, em virtude de sua escassez, esses metais acabam se tornando tóxicos em muitos compostos.


Agora, Herr conseguiu pela primeira vez produzir complexos luminescentes de manganês nos quais a exposição à luz causa as mesmas reações que ocorrem nos compostos de rutênio ou irídio.





A vantagem de usar o manganês é que esse elemento é 900.000 vezes mais abundante na crosta terrestre do que o irídio, além de ser significativamente menos tóxico e com um preço ordens de magnitude menor.


Fonte: inovacaotecnologica


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