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Energia Solar, uma Saída à Crise Hídrica e ao Aumento na Conta de Luz

O mercado de energia solar no Brasil tem sido impulsionado pelos aumentos sucessivos da conta de luz, que totalizam impressionantes 20% em 12 meses, e da crise hídrica, considerada a pior em 91 anos.


Imagem: Divulgação


O setor fotovoltaico tem batido recordes mesmo em tempos de pandemia, com crescimento de 68% só em 2020.


Quem está no topo da lista de geração da própria energia são os sistemas residenciais, que representam 80% do total.


De acordo com a ABSOLAR, Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, o País conta com 520 mil casas com geração distribuída, um número que não para de crescer, especialmente com a queda nos preços dos equipamentos fotovoltaicos e o aumento de players no mercado.



Um perfil de cliente que cresce é o cidadão comum, que tende a financiar o equipamento em cerca de 48 meses.


Imagem: Divulgação


Muitos dos que já aderiram à solar relatam que em vez da despesa com a conta de luz, pagam quase o mesmo valor pelo sistema que gera energia para a residência – uma conta com data certa para se encerrar.


Atualmente, o financiamento oferecido por bancos ou empresas autorizadas a comercializar energia solar é de até seis anos e a mensalidade varia conforme o consumo e o prazo de financiamento.



Mas quase sempre é menor do que a própria conta de luz, sendo quase impossível não se render a essa fonte sustentável.


Imagem: Divulgação


A energia solar tem se tornado tão democrática e flexível em suas modalidades de geração, que é acessível até para quem mora em apartamento ou imóveis alugados.


O consumidor pode, por exemplo, se beneficiar da energia compartilhada, gerando em um local e usando os créditos em outro dentro da mesma distribuidora.


Trata-se de uma solução especialmente interessante para empresas, como academias com piscinas aquecidas e equipamentos trabalhando 24 horas, onde uma redução na ordem de 30% na conta de luz representa alguns milhares de reais.


Imagem: Divulgação


Assim, não faltam argumentos de venda para quem vende soluções em geração fotovoltaica.


Por incrível que pareça, a própria pandemia e o agravamento econômico fizeram a procura pela energia solar disparar, especialmente como alternativa para a redução de despesas.



Isso proporcionou crescimento para as distribuidoras e empresas integradoras e o setor agora emprega 283 mil pessoas e soma quase R$ 50 bilhões em investimento.


No entanto, a produção nacional ainda é modesta, respondendo por apenas 1,9% da matriz energética, havendo muito espaço para crescimento.


Fonte: G1


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