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Brasil cai em ranking global da cadeia de baterias de íon-lítio

Elaborado pela BloombergNEF, ranking também confirmou pela terceira vez a liderança da China.

No ranking anual da cadeia global de suprimentos de baterias de íon-lítio feito pela consultoria BloombergNEF, o Brasil caiu da 12ª posição obtida em 2021 para o 21º lugar em 2022.


Imagem: Divulgação


A queda tem a ver com o fraco desempenho do País nos critérios ESG. Pela terceira vez consecutiva, a China, com 75% de toda a capacidade de fabricação de células de baterias e 90% da produção de ânodo e eletrólito, lidera a avaliação da consultoria.


Para avaliar os países, o ranking toma como base 45 métricas, em cinco temas-chave: disponibilidade e fornecimento de matérias-primas essenciais; fabricação de células e componentes de bateria; demanda local por veículos elétricos e armazenamento de energia; infraestrutura, inovação e indústria; e os critérios ESG, no quais o Brasil caiu na avaliação.


Apesar disso, o Brasil continua a ser, na avaliação da BloombergNEF, um forte competidor, por conta da abundância de matérias-primas. Nesse tema-chave, aliás, o País é o quarto mais importante no ranking.


Com análise dos 30 países líderes da cadeia, o ranking também faz projeção para 2027. Nessa perspectiva de cinco anos, a China continuaria a liderar a classificação, mas os países da América do Sul registrariam as maiores quedas, notadamente Brasil e Bolívia.


Por outro lado, a maior parte dos países europeus também registrou queda em 2022, com exceção da Finlândia e República Tcheca.


Outra conclusão importante é que China, Coreia do Sul e Japão se destacam como os três principais países em todas as métricas de fabricação de baterias.



Fonte: Fotovolt


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