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A SPIC comissiona primeira hibrida offshore eólica e solar flutuante

  • 9 de nov. de 2022
  • 2 min de leitura

Flutuadores com potência instalada de 500 kWp são piloto para projeto fotovoltaico-eólico flutuante de 20 MW em 2023.

A empresa estatal chinesa State Power Investment Corporation (SPIC) comissionou a primeira usina fotovoltaica flutuante (UFF) offshore comercial do mundo.


Imagem: Divulgação


Projetada com tecnologia da norueguesa Ocean Sun, a instalação utiliza tecnologia patenteada desta empresa e também é a primeiro UFF integrada a uma usina de energia eólica offshore, na costa da província de Shandong, na China.


Para a SPIC, essa implementação bem-sucedida desbloqueia o potencial das usinas híbridas offshore, aumentando muito a eficiência e reduzindo o custo nivelado de eletricidade (LCOE).


“O projeto bem-sucedido financiado pela SPIC e construído usando a solução Ocean Sun mostra como o objetivo comum de reduzir as emissões de CO2 do efeito estufa será alcançado com o desenvolvimento além-fronteiras.


Estamos empolgados em continuar trabalhando em estreita colaboração com a SPIC por meio da equipe Ocean Sun baseada na China”.


Disse em nota Børge Bjørneklett, CEO e fundador da Ocean Sun. A empresa assinou em julho um acordo para licenciar sua tecnologia solar flutuante para o desenvolvedor Sunneng Technology para a construção desse piloto.


Imagem: Divulgação


Os dois flutuadores, com capacidade instalada de 0,5 MWp, são conectados ao transformador de um aerogerador de propriedade da SPIC e, em seguida, conectados à rede elétrica através do cabo submarino do parque eólico.


Após a conclusão do período piloto e demonstração técnica e econômica completa, está previsto promover o uso da tecnologia da Ocean Sun para construir um projeto fotovoltaico eólico flutuante com capacidade total de 20 MW em 2023.


A SPIC é uma das cinco maiores empresas de geração de eletricidade na China e a maior empresa de geração de energia fotovoltaica do mundo, com negócios cobrindo 46 países e regiões.


No Brasil a subsidiária da empresa tem no portfólio a hidrelétrica de São Simão, na divisa entre os estados de Minas Gerais e Goiás, dois parques eólicos na Paraíba e 33% de participação na GNA – Gás Natural Açu, em parceria com a Prumo, a BP, a Siemens e a Siemens Energy.


Em parceria com a Canadian Solar, também controla 70% dos parques solares em construção nas cidades de Panati (CE) e Marangatu (PI), com previsão de entrega para o final de 2023.


Fonte: Fotovolt

 
 
 

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